Condomínios do Campo Belo, na zona sul de São Paulo, reforçaram a segurança no bairro

Em alguns bairros, os vizinhos criaram grupos de whatsapp e até páginas no Facebook para relatarem as ocorrências.

Basta uma mensagem no whatsapp para deixar em alerta um grupo de síndicos de 30 condomínios do Campo Belo, na zona sul de São Paulo.

Qualquer ação fora do comum coloca o grupo em contato com a segurança privada contratada por vários prédios ou até mesmo a polícia.

A moradora Ana Paula Minervini conta que a estratégia é utilizada desde que houve o aumento de usuários de drogas na avenida Jornalista Roberto Marinho.

Outra forma de melhorar a comunicação no bairro é um grupo no Facebook, que integra os moradores do Brooklin e do Campo Belo.

Na página foi criado um abaixo-assinado, que já possui a adesão de mais de 4.500 pessoas para pedir o reforço da segurança na região.

Nos últimos anos, quem mora na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, tem convivido com o aumento do tráfico de drogas no bairro.

A venda é feita a qualquer hora do dia nas ruas próximas à Ceagesp.

Para melhorar a vigilância, os próprios moradores de um dos condomínios instalaram uma câmera na esquina da rua Aroaba com a Avenida Gastão Vidigal.

No último mês, eles ainda decidiram contratar uma equipe de segurança privada.

Se por um lado, os moradores tentam se proteger do aumento de usuários de drogas, por outro, cresce também a ação de voluntários, que tentam resgatar essas pessoas.

Na região da Luz, por exemplo, há mais de duas décadas a ONG Ação Retorno faz um trabalho para ajudar a população de rua.

Uma vez por semana são servidas cerca de trezentas refeições para os dependentes químicos.

O pastor Jair Nery conta que é um trabalho lento e que exige dedicação para se aproximar desse público.

Desde a ação conjunta da Prefeitura e do Governo de São Paulo, há mais de uma semana, voluntários tem enfrentado dificuldades para trabalhar na região central porque muitos usuários se dispersaram para outros pontos da cidade.

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