A família da brasileira Bruna Fornasier, estuprada na Tailândia, segue para o país asiático.

O suspeito do crime foi localizado e preso pela polícia em uma ilha próxima a cidade onde o crime aconteceu.

A atriz conta que foi abusada enquanto dormia em um hostel, localizado na província de Krabi, no sul do país.

A jovem acordou no meio da noite com outro hóspede em cima dela, usando a mão para penetrá-la.

Contudo, Bruna tem agora outra preocupação; o hostel ameaça processá-la por danos e difamação.

A brasileira está apreensiva com a possibilidade:

Após levar o caso para as autoridades locais, Bruna não teve uma boa recepção dos policiais; eles falavam inglês com dificuldade e riam cada vez que ela mencionava a palavra “estupro”.

O caso começou a ser levado a sério depois que ela passou por exames médicos.

No momento em que a brasileira estava na delegacia, chegaram informações sobre o paradeiro do indiano:

O indiano foi preso na ilha de Koh Pee Pee, que fica a cerca de duas horas da cidade de Krabi.

À polícia da Tailândia, o suspeito admitiu que estava bêbado e que se lembra apenas de ter colocado a mão nas pernas da atriz.

O indiano passou de terça para quarta-feira na cadeia e vai dormir pelo menos mais uma noite no local; o suspeito pode responder em liberdade, caso pague uma fiança equivalente a seis mil dólares.

Caso não efetue o pagamento, o suspeito vai passar mais um mês dormindo na delegacia e não poderá deixar a Tailândia até que o processo seja encerrado.

Na Quinta-feira, Bruna participa de uma reunião com representantes do hostel, que pressiona a brasileira a abafar o caso – o que não está nos planos da atriz.

Até o momento, ela é atendida por um advogado de Bangkok, capital do país, acionado por meio do seguro-viagem.

A BandNews FM entrou em contato com o hostel, que nega ter pressionado a brasileira a se calar e diz que está cooperando com a polícia e com a embaixada brasileira.

A última resposta da empresa foi dada na segunda-feira.

As páginas do hostel no Facebook e no Instagram não estão mais disponíveis.

Quando a BandNews FM pediu acesso às mensagens, a hospedagem informou que havia sido orientada a não passar mais informações por se tratar de investigação em andamento.

11 COMENTÁRIOS

  1. Precisa conhecer melhor as Leis do seu País, pois seu discurso VAZIO está ‘quase’ sendo inserido na Cultura do Estupro! A classificação desse tipo crime é muito mais ampla, como mostra o Artigo 213 do Código Penal, reformulado em 2009. Pela lei, estupro consiste em ‘constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso’. A pena – sem agravantes – é de seis a dez anos de prisão!
    Apodere-se do conhecimento Carolina, não necessariamente faça Direito…mas raciocine direito! Abraço!
    E ao Sr. ‘moderador’…por gentileza, analise COM CRITÉRIOS o que é escrito aqui…veja o comentário anterior!

  2. essa de incluir qualquer crime com intuito sexual como estupro é pra lá de absurdo. é o mesmo que dizer que ameaça ou lesão é o mesmo que homicídio. só no Brasil mesmo viu? quando um homem é preso sob acusação de estupro, isso vai pesar muito mais sobre ele em quaisquer circunstâncias. me pergunto porque não há o mesmo tratamento de exagero nos crimes praticados por mulheres?

  3. Concordo com você, Carolina!
    Sejamos contestadores do regime!
    Com intenções espúrias, eles tentam criar conceitos e mudar ações!
    Constranger alguém é constrangimento!
    Conjunção carnal não autorizada é estupro!
    E no caso ventilado, não houve penetração.
    Muito provavelmente, estes conceitos, que são praticamente gerais e globais, nestes tempos modernos, devem ser os que regem na Tailândia, ou seja, pelas leis de lá, ela apenas foi assediada.

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