O Palácio do Planalto chama de mentirosas as acusações de Joesley Batista, classifica o dono da JBS como “o bandido notório de maior sucesso na história brasileira” e promete processar o empresário.

Em entrevista a Revista Época, o dono da JSB diz que o peemedebista sabia dos pagamentos de propina para manter Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro, presos em Curitiba, em silêncio.

Segundo Joesley, o ex-presidente da Câmara tinha como chefe o próprio Temer e integrava um grupo composto também por nomes como dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco e do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O dono da JBS afirma ainda que Temer não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro ou favores pessoais, acusações explosivas, segundo o colunista de política da BandNews FM Eduardo Oinegue.


No entanto, o nosso colunista avalia que Temer tem habilidade política para conseguir barrar uma eventual denúncia da Procuradoria-Geral da República.

Isso porque a autorização para que o Supremo decida se torna o peemedebista réu depende de autorização da Câmara.

O governador de São Paulo, durante evento neste SÁBADO, também avaliou as acusações são graves e reforçou a necessidade de uma investigação.

Geraldo Alckmin do PSDB afirmou que o partido tem um compromisso com o país e não com o govenro, mas ressaltou que a economica tem de ser preservada.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o vice-líder do PMDB na Câmara, deputado Carlos Marun, disse que a entrevista do dono da JBS é uma “apologia ao crime”.

O deputado disse ainda que Josley não acusou o presidente de cometer qualquer crime.

Questionado sobre a reunião entre o executivo e Temer, tarde da noite, no Palácio do Jaburu, Marun admitiu que foi um caso de constrangimento, mas não ilegal.

O Supremo Tribunal Federal vai avaliar, na QUARTA-FEIRA, os benefícios concedidos a Joesley Batista, que teve perdão judicial e não pode ser preso pelos crimes que confessou.

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