O delegado responsável pelo caso do jovem de 25 anos que ficou desparecido por cinco meses, no Acre, dá o caso como encerrado, após o rapaz retornar para casa na manhã desta sexta-feira.

Em entrevista à BandNews FM, Alcino Sousa Júnior diz que Bruno Borges não será indiciado por nenhum tipo de delito, uma vez que saiu de casa voluntariamente.

Em relação à família, o delegado afirma que, se for comprovado que os parentes sabiam do paradeiro do rapaz, eles poderiam ser indiciados por comunicação falsa de crime.

A polícia acredita que o sumiço de Bruno Borges tenha a ver com um plano midiático de divulgação de livros que falam sobre teorias de absorção do conhecimento.

O jovem ficou conhecido como o menino do Acre depois de desaparecer da casa dos pais, em Rio Branco, deixando 14 obras escritas em código e à mão.

Muitas inscrições estavam copiadas no chão e nas paredes do quarto.

Bruno também deixou uma estátua do filósofo Giordano Bruno, que morreu no ano de 1600.

O delegado Alcino Sousa Júnior diz que a polícia não vai investigar se a família mantinha contato com o jovem durante o sumiço dele.

Ainda será definido em qual dia da semana que vem Bruno Borges será chamado para esclarecer essas perguntas.

O caso ganhou repercussão em todo o país e agora o primeiro volume do livro escrito pelo rapaz já está entre os mais vendidos.

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