Após 20 temporadas, o piloto Hélio Castroneves deixa de competir na Fórmula Indy de forma integral para participar do desenvolvimento do projeto da própria equipe Penske na SportsCar, principal categoria norte-americana de Endurance, as corridas de longa duração com carros esportivos. Em 2018, ele vai participar apenas das 500 Milhas de Indianápolis.

Com a saída de Helinho, o único brasileiro que estará na IndyCar na próxima temporada será Tony Kanaan que trocou a Chip Ganassi pela AJ Foyt Racing.

Na Fórmula 1, são grandes as chances de que não haja brasileiros no grid no ano que vem, já que Felipe Massa ainda não sabe se terá o vínculo renovado com a Williams. Em entrevista à BandNews FM, Hélio Castroneves avalia que o momento não é positivo para o automobilismo brasileiro nas principais categorias. “O monoposto no Brasil está muito fraco, praticamente terminou e, talvez, seja por isso que não estejamos vendo uma nova geração”.

Helinho mostra que a decisão de deixar a Indy foi tomada mais com a razão do que com o coração. O paulista revela que tinha propostas para permanecer na categoria, mas preferiu manter o vínculo com a Penske. “Eu até tive outras opções para falar a verdade. Só que, quando você está em uma equipe incrível como a Penske, é preciso pensar de forma mais aberta porque isso pode te proporcionar outras coisas. E, no futuro, tudo pode acontecer. Eu não vou parar de correr. Adoro corrida, é o ar que eu respiro e pretendo continuar nas pistas por muitos anos. Já que não será na Fórmula Indy que seja pelo menos de carro esportivo”.

A entrevista completa com Hélio Castroneves vai ao ar na nossa programação neste sábado, na edição especial do programa BandNews na Área que começa às 16h, no horário de Brasília.

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