No Hospital Albert Einstein, doses acabaram e não há previsão de normalização
Por Elaine Freires
Foto: Wilson Dias/ABr

A corrida pela vacina contra a febre amarela já provoca a falta de doses em clínicas particulares de São Paulo.

Moradores de bairros fora da zona norte, onde foram encontrados dois macacos mortos com o vírus da febre amarela silvestre, têm procurado a imunização em outras regiões da cidade.

O estoque de vacinas contra a febre amarela acabou na tarde de quarta-feira, no Hospital Israelita Albert Einstein, na zona sul de São Paulo.

O comportamento das pessoas a 30 quilômetros de onde foi encontrado o vírus surpreendeu o coordenador do Centro de Imunização do Eisnten, Alfredo Elias Gilio.

A situação é semelhante na Vacinarte Clínica de Vacinação, na região norte.

A enfermeira Adriana Almeida conta que a busca pela imunização cresceu desde o começo da semana.

No centro da Capital Paulista, a administradora da Vaccin, em Higienópolis, Fabiana Rolim viu o volume de vacina terminar na quarta-feira.

A analista de sistema Cinthia Dantas, mora na região norte, onde  a campanha de vacinação foi intensificada.

A saída encontrada pela Cinthia foi tomar a vacina no Hospital das Clínicas, que também tem registrado aumento da demanda nos últimos dias.

A reportagem da BandNews FM encontrou uma variação de 150 e 240 reais no preço da dose contra a febre amarela.

Na zona leste, encontramos a melhor oferta, mas também dificuldades para obter o produto.

Na capital paulista, a indicação da dose contra a febre amarela é feita para moradores da Casa Verde, Cachoeirinha e Tremembé.

Além disso, permanece a recomendação de vacinar para quem se dirige a regiões de mata dentro das áreas de risco.

O médico Roberto Florim, da Clínica Vacinar, na  zona sul, ressalta a orientação.

A vacina não está indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pessoas imunodeprimidas, como pacientes em tratamento quimioterápico.

 

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