Em investigação inédita, a Polícia Federal indicia por evasão de divisas quatro executivos ligados a apenas uma corretora de câmbio usada por envolvidos na Lava Jato.

A TOV enviou mais de US$ 330 milhões – o equivalente a R$ 1 bilhão – ao exterior, a mando de doleiros como Alberto Youssef e Nelma Kodama, ex-amantes.

Trata-se do primeiro inquérito que conta com a colaboração de Nelma, que tinha um sistema próprio, o SYSMONEY, para operar no mercado paralelo.

Nele, a PF identificou quase mil transações feitas pela TOV por meio de empresas de fachada.

Na delação, a doleira, que atualmente usa tornozeleira eletrônica, garante que nunca teve contato com o esquema de corrupção na Petrobras, mas sabia que Youssef tinha grandes clientes.

A TOV atuava 9 estados e, depois da Lava Jato, teve a falência decretada.

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