Pode parecer até mentira em um país como o Brasil, mas desde 2006 – quando foram inauguradas as primeiras unidades – nenhum celular ou smartphone foi encontrado dentro das penitenciárias federais.

Tampouco há o registro de motins ou rebeliões, bem como a localização de objetos perigosos ou proibidos.

Os presídios abrigam traficantes como Fernandinho Beira-Mar, Elias Maluco e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, que ordenou a invasão da comunidade, até hoje, não se sabe como.

Dados do próprio DEPEN apontam que cada um dos 455 detentos do sistema federal custa R$ 4.800,00 por mês aos cofres públicos. 

Dalmo Curcio/Folhapress

2 COMENTÁRIOS

  1. Celular não entra, mas entra advogado, parente… visitinha intima…. e de la sai com recado. Advogado de vagabundo desse nível nada mais que é guri-de-recado.
    Sem falar…. infelizmente, na ala corrupta de funcionários.
    Não adianta, ta no sangue do brasileiro. jeitinho, corrupção,crime… os que não contemplam disso, são minoria. não é nosso brasil..
    saida? aeroporto.

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