Foto: Nayla Carmo/VC no MGTV

Não é só em Cotia que a troca do hidrômetro – o relógio que marca o gasto de água – tem provocado aumentos nas contas da Sabesp. Ontem, a BandNews FM havia levado ao ar a reclamação de ouvintes da Granja Viana que perceberam a diferença no bolso depois da alteração, mesmo mantendo o nível de consumo.

Após muita reclamação na Sabesp e uma conta de mais de R$ 600 , Márcio Schneider, da Vila dos Remédios, zona oeste de São Paulo, conseguiu trocar o hidrômetro que ficava em sua casa. Porém, quase dois meses depois, nada de resolver o problema.

A BandNews FM já havia trazido reclamações de aumento da conta depois da troca dos hidrômetros, só que em um condomínio na Granja Viana, em Cotia. Os relatos, no entanto, abrangem outras áreas na região metropolitana. Em Higienópolis, na região central de São Paulo, os gastos do prédio onde a advogada Patrícia Marinelli é síndica dispararam de R$ 1.800 para mais de R$ 3.000. Além do preço e do barulho, ela se queixa da fragilidade do novo aparelho.

As causas da escalada do preço da conta também são variadas. Na casa da professora Caroline Hernandez, o novo aparelho veio com outra dor de cabeça. A Sabesp admite que um eventual aumento na conta é possível porque o novo hidrômetro será mais preciso e vai detectar o consumo que não era completamente registrado.

Acompanhe a reportagem na íntegra:

19 COMENTÁRIOS

  1. No meu condomínio a conta de 4k foi pra 8k e não temos vazamento algum. Agora depois de 2 meses voltou ao normal… Como pode ??? Eles estão rateando o custo dos aparelhos com a população ?

  2. O que ocorre quando hidrômetros antigos com mais de 5 anos são substituídos por aparelhos novos é um aumento ou diminuição no volume medido. Os hidrômetros com mais de 5 anos perdem a precisão na leitura e o consumo real fica mascarado registrando menos do que realmente está sendo consumido. Quando a troca é realizada por um aparelho novo com mais precisão na leitura do volume o susto é grande pois aqueles hábitos de consumo que estavam sendo mascarados e não efetivamente registrados voltam a aparecer e aí o consumidor deve rever seus hábitos de consumo. Outra situação muito comum são os vazamentos internos no imóvel que na maioria dos casos não são percebidos pois não são visíveis já que parte das tubulações são enterradas. Com o hidrômetro antigo eles não estão sendo percebidos e com o novo começam a ser registrados e são os vilões de consumo alto. Fazer testes, documentar qdo encontrar um vazamento e comunicar à concessionária contribuem para a revisão do volume alto medido na conta.

  3. Eu tenho a solução estalamos uma válvulas de retenção sua conta pode diminuir até 50% do valor quem tiver interesse de economizar entre em contato telefone 01998241-0000
    Lucas pra mais informações mande um zap que explico melhor o funcionamento e você vai ficar muito grato mas próximas faturas…

  4. É simples pessoal, pra saber o seu relatório gasto ou se o hidrômetro da concessionária está correto, adquira instale em área interna um hidrômetro particular após o hidrômetro da concessionária. Lembrando que o hidrômetro tem que ter as mesmas características do hidrômetro da concessionária. Qn. Vazão nominal. Isso resolve as dúvidas dos consumidores.

    • Depois do hidrômetro, não adianta colocar nenhum dispositivo. Pois se tiver ar na tubulação a mesma já foi contabilizada.

  5. A solução foi proposta pelo Lucas. Existe reportagem completa na Globo, e até a Sabesp reconhece que pagamos água + ar na conta.
    Essa troca de hidrômetro é uma tentativa de desviar a atenção do consumidor pela causa real do aumento na conta que é o ar comprimido, enviado no encanamento pela Sabesp. O ar passa direto pela bóia na caixa d’água que só fecha com o enchimento total de água enquanto o ar vai girando o hidrômetro sem parar. Existe uma lei sobre isso.
    Você que mora na região do Vale do Paraíba, fique tranquilo (a). Basta ligar no 12-991289379 WhatsApp que enviarei uma Válvula de Retenção de Ar, com garantia de dois anos onde poderá conseguir até 50% de redução na sua conta.

  6. A SABESP POSSUI E INSTALA NESTES CASOS QUE EXISTEM COMPROVADAMENTE AR NA TUBULAÇÃO MEDIDORES ULTRASSÔNICOS QUE NÃO MEDEM AR.
    SUGIRO PARA QUEM TEM ESTA DUVIDA DE ESTAR PAGANDO PELO AR E NÃO PELA ÁGUA UTILIZAR A TECNOLOGIA ULTRASSÔNICA.

  7. “o novo hidrômetro será mais preciso e vai detectar o consumo que não era completamente registrado” … Tem MUITO som de “inventamos algo que vai fazer com que possamos aumentar a cobrança, sem melhorar NADA no serviço, seu trouxa” … Quem audita isso? Quem certifica o aparelho? Muito estranho…

    • Os hidrômetro são instrumentos regulamentados e aprovados pelo Inmetro. A competência de averiguar se existe ar na tubulação ou não, compete a ANA.

  8. Os hidrômetro são instrumentos regulamentados e aprovados pelo Inmetro. A competência de averiguar se existe ar na tubulação ou não, compete a ANA.

  9. Meu Hidrômetro foi trocado em fevereiro, meu consumo era em média 7 metros cúbicos, na conta que recebi para pagar em março veio 31 metros cúbicos, 172 reais , isso da em média mais de uma caixa d’água por dia levando em conta que fevereiro tem apenas 28 dias, nem se eu quisesse eu gastaria mil litros por dia, até porque faço capitação de água da chuva que serve até para lavar roupas, já vieram aqui e contataram que não tem vazamento algum, mesmo assim querem culpar o relógio antigo, é matemática pura, este novos hidrômetros devem ter tecnologia para rodar mais do que o devido mesmo sem o ar.

    • Aconteceu o mesmo comigo, trocaram o medidor em Fevereiro e a conta que fechou em 25/03 de 12 m3 pulou para 27 m3, de $65 para $265. Na matemática está dando quase 1.000 litros por dia em casa com três pessoas.
      Fica a pergunta, o que fazer?

  10. Preciso de assistencia juridica meu hidrometro foi trocado e ja marca 1m por dia sendo que eu gasto 4m por mes, não sei o que fazer, pois agua é um recurso natural, não é p ganancia de autoridades.

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