O âncora Ricardo Boechat foi o mediador do primeiro debate presidencial de 2018 na TV aberta

Seguindo a tradição de quase 30 anos, o Grupo Bandeirantes de Comunicação recebeu o primeiro debate presidencial da campanha eleitoral.

Em um encontro realizado na noite desta quinta-feira na sede em São Paulo, os candidatos Jair Bolsonaro, PSL, Ciro Gomes, PDT, Geraldo Alckmin, do PSDB, Marina Silva, da Rede Sustenbilidade, Cabo Daciolo, do Patriota, Guilherme Boulos, do PSOL, Henrique Meirelles, do MDB, e Alvaro Dias, do Podemos, apresentaram as principais propostas que pretendem implementar ao longo dos próximos anos.

Em mais de três horas, oitos candidatos falaram por três horas durante cinco blocos, variando entre pergunta entre eles, questões de jornalistas do Grupo Bandeirantes e considerações finais.

Os temas mais presentes no encontro foram a retomada econômica, a questão da segurança pública, os problemas na saúde, as propostas na educação pública e sobre reformas estruturais.

Os ouvintes das rádios Bandeirantes e BandNews FM acompanharam em rede a fala dos candidatos.

Uma das novidades deste ano foi a Sala Digital, que recebeu jornalistas e convidados em parceria inédita da Band com o Google.

Na semana que vem, o Grupo Bandeirantes realiza o debate entre os governadores. Caso ocorra um segundo turno, o encontro entre os dois mais bem colocados na disputa pelo Palácio do Planalto está marcado para o dia 11 de outubro.

Ouça o primeiro bloco do debate:

Ouça o segundo bloco do debate:

Ouça o terceiro bloco do debate:

Ouça o quarto bloco do debate:

Ouça o último bloco do debate:

1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia. Gostaria de expressar minha opinião sobre o debate do grupo Bandeirantes presidentes. A estrutura como sempre foi perfeita. O Boechat faz todo o diferencial, pelo exímio jornalista que é. O ponto é que o papel que lhe foi dado, apenas como fazedor de perguntas, tornou o evento chato e sem propósito, pois não houveram aqueles questionamentos que marcam a personalidade do Boechat. Imagino como ele deve ter se sentido naquele papel de Wiliam Bonner. Nao seria mais interessante “dar poder ao Boechat” para que ele possa fazer o que mais sabe no jornalismo brasileiro que é justamente seus questionamentos e pontos de vista “que representam com maestria o sentimento do cidadão brasileiro?”. Podem verificar , o debate foi um fiasco pela qualidade dos candidatos. O Brasil não pode mais errar às vésperas de uma eleição pós Lava-jato….a maioria dos políticos querem reeleição justamente para manterem o foro privilegiado….Uma pena, perdemos uma grande chance de colocar esses candidatos na parede e o “único cara habilitado para fazer isso em rede nacional e internacional era o Ricardo Boechat”. Não entendi porque o grupo Bandeirantes fez tanto por tão pouco…..Gostaria sim de receber contato telefônico de alguém do grupo Bandeirantes, talvez do próprio Boechat, o que para mim seria um imenso prazer.
    Abraços para vcs. Ricardo Nogueira

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