Foto: Elza Fiúza/ABr

Há anos, os ouvintes da BandNews FM denunciam: faltam vagas, faltam médicos, faltam insumos, falta vontade política.

O próximo governador terá à frente o desafio de gerenciar a maior rede de saúde pública do País: são 60 Ambulatórios Médicos de Especialidades, os AMEs, e
101 hospitais. O estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, tem dois.

O orçamento, de R$ 22,5 bilhões  por ano, é o maior entrave dessa área, explica o presidente da associação paulista de saúde pública, José Alexandre Weiler. Para ele, é preciso encontrar formas de aumentar esse valor, mesmo em tempos de crise econômica e de corte no teto dos de gastos.

Economizar é essencial e passa por outro desafio, segundo a pesquisadora da área de saúde Maria Cristina Sanches Amorim – a prevenção. Se a prevenção não foi suficiente, a saída é ampliar os AMEs: tanto em questão de atendimento quanto no número de unidades pelo estado, diz a especialista.

Já a Professora Doutora do Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da USP, Marilia Louvison , acredita que ampliar a rede de atendimento em outras regiões do estado é primordial, mas isso não tem acontecido.

Um levantamento do conselho Federal de Medicina mostra que nos últimos oito anos, o número de leitos caiu 10%, apesar do crescimento de 4 milhões de pessoas na população do estado. mesmo que a população tenha crescido em pouco mais de 4 milhões de pessoas.

Foram 7 mil e trezentas vagas a menos desde 2010.

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