Dos dez primeiros médicos brasileiros que se inscreveram na quarta-feira (21) para as 8.517 vagas abertas com a saída dos cubanos, cinco deles escolheram capitais e municípios de regiões metropolitanas para trabalhar. Apenas um município escolhido é considerado de extrema pobreza.

Confira a coluna de Mônica Bergamo:

6 COMENTÁRIOS

  1. O exercício de dar opnião deveria ser de se colocar primeiro no lugar do outro… qual sua atitude neste momento? Vc ia optar em ficar na capital pensando em uma possibilidade de crescimento profissional também, ou ir pra uma cidade no interior do Amazonas? Fácil criticar, difícil é assumir uma posição.

  2. A colunista perdeu credibilidade total. Quando vejo em uma matéria Monica Bergamo, ja perco o interesse naquela pauta, pois a jornalista é muito tendenciosa.

  3. Acho que todos os médicos formados por recursos públicos deveriam obrigatoriamente prestar serviços por um período determinado onde fosse mais necessário. 2 ou 3 anos não vai acabar com o futuro de ninguém.

    • E eu acho que ao invés de querer ganhar bolsa familia deveria trabalhar para pagar as despesas da família!

  4. Você iria trabalhar nos confins do Brasil, em cidades e vilarejos sem saneamento básico, sem internet, e pior sem condicoes minimas de trabalho e possibilidades de se desenvolver profissionalmente depois de investir emocionalmente e financeiramente anos da sua vida nos estudos para ganhar míseros 11mil reais enquanto um semianalfabeto que ocupa uma vaga nas casas legislativas, eleito por outros tantos semianalfabetos, ganham o dobro ou o triplo para ficar coçando suas partes íntimas e votando em leis q te sacaneiam ainda mais!?Nao. Nem todo aspirante à medicina tem vocação para idiota ou madre Tereza de Calcutá. Acho que só os que estão sem perspectiva, como os cubanos por exemplo.

  5. A questão é simples, basta o capitão eleito, reinventar o “Projeto Rondon”. Nos anos 70 o governo, que era militar, levava os jovens formandos para todos os cantos do país. Porque não???

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