A conclusão de uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro anima a comunidade médica e pode ajudar os cerca de um milhão de pacientes afetados pela doença atualmente no Brasil. Em entrevista ao BandNews FM Duas a Dois, um dos autores do estudo, Mychael Lourenço, explicou que a conversão dessa descoberta em medicamentos ainda deve levar tempo, mas a aplicação do exercício físico como prevenção do Alzheimer pode ser imediata.

O professor avalia que a pesquisa pode estimular os médicos a orientarem a prática de atividade física a pacientes com princípio da doença, para tentar retardar a perda de memória. O estudo mostrou que a irisina, um hormônio produzido pelos músculos especialmente durante a prática de exercícios, oferece uma espécie de proteção ao cérebro.

Mychael Lourenço acredita que futuros medicamentos criados à base de irisina podem ter mais efetividade e menos efeitos colaterais que outras drogas, já que se trata de uma substância já produzida pelo corpo.

Ouça a entrevista completa aqui:

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