Os quatro envolvidos no assassinato do menino Bernardo Boldrini, no Rio Grande do Sul, são condenados pela Justiça do estado gaúcho após cinco dias de julgamento. A pena mais alta, de 34 anos e sete meses, foi a da ex-madrasta do menino, Graciele Ugulini, responsável por ministrar uma dose letal do mediamento Midazolam no enteado. O pai do garoto, Leandro Boldrini, apontado como o mentor do assassinato, foi condenado a 30 anos e 8 meses de prisão.

Já a sentença de Edelvânia Wirganovicz, amiga da Graciele, foi de 23 anos, também em regime fechado. O irmão dela, Evandro Wirganovicz, que abriu a cova onde Bernardo foi enterrado, recebeu pena de 9 anos e seis meses em regime semiaberto.

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