O novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem que dar prioridade ao processo de montagem de uma equipe técnica e qualificada, além de focar em prioridades urgentes do MEC.

A avaliação é do diretor de estratégia política do Todos Pela Educação, João Marcelo Borges, entrevistado pelos apresentadores do BandNews FM Duas a Dois Gabriela Mayer e Sandro Badaró.

Segundo ele, o novo titular do MEC assume uma pasta que passou por turbulências na gestão de Ricardo Vélez, incluindo a demissão de gestores do alto escalão.

Borges citou a urgência em três pontos: na compra de materiais didáticos para o segundo ciclo do ensino fundamental, que já está atrasado, na discussão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb, que tem de ser revisto até 2020, e no Enem.

Para o diretor de estratégia política do Todos Pela Educação, o fato de Abraham Weintraub não ter formação ou experiência em gestão educacional não é necessariamente um problema, visto que antigos ocupantes do posto tiveram sucesso sem ter passado por cargos de administração pública voltados para a educação.

Veja a entrevista completa:

 

1 COMENTÁRIO

  1. O Fim do MEC. Lamentnavel , o que era ruim com o ministro que foi sabiamente demitido, pelo jeito agora piorou. Estava com esperança de que o novo ministro , fosse um cidadão de bom senso, mas o discurso que houvi foi de um retrogado, com animo envenenado de extrema, e um discurso facista, polarizando e dividindo , ainda mais os sofridos Brasileiros!. Aliás , discurso chulo, agressivo, e discriminatorio , digno de ser analisados com pedido de retatação pelo Poder Judiciario.

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