Em meio ao processo de descentralização das bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a demora para o atendimento continua. O caso mais recente é de um morador de rua que morreu, na última terça-feira (23), após esperar mais de três horas por uma ambulância.

Enquanto isso, a Prefeitura segue o plano e tenta evitar uma nova greve de funcionários, que protestam contra as mudanças. Ouça a reportagem de Ivan Brandão:

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