Até bem pouco tempo, quem precisava pagar uma conta tinha de ir na agência do banco. Era preciso reservar um bom tempo para isso, às vezes em pleno horário do expediente, porque o comum era pegar fila – e puxar papo com a pessoa da frente para reclamar da demora do atendimento.

Depois surgiram os caixas eletrônicos, que permitiram, pela primeira vez, que o consumidor fizesse algumas operações sozinho. No começo deste século, o atendimento ficou mais automatizado; muita coisa passou a poder ser resolvida por telefone ou pela internet, no site do banco. Hoje, tudo pode ser feito a qualquer hora, de qualquer lugar, com um simples deslizar de tela, usando a impressão digital no lugar da senha.

O diretor de automação bancária da Federação Brasileira dos Bancos, Gustavo Fosse, diz que os aplicativos de celular, que começaram a aparecer em 2015 e de lá para cá ganharam mais funcionalidades, são os preferidos dos clientes.

Dados do Banco Central mostram que, atualmente, dois em cada três transações bancárias são feitas de forma remota. Empresas como Nubank, Banco Original e Banco Inter surgiram exclusivamente para funcionar no ambiente online. Mas mesmo os grandes bancos já oferecem contas digitais, com menos tarifas, e cartões digitais, que mudam de número a cada uso.

Se na vida online tudo é mais prático, pode também ser arriscado. Todo mundo sabe que esse é um caminho sem volta, e será necessário tomar cuidados para não dar o passo errado. O que vem por aí? Essa pergunta será respondida no quarto capítulo desta série.

Confira:

 

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