Prédios irregulares desabaram, matando 24 pessoas.

As milícias, que expandem a área de atuação no Rio de Janeiro e agravam a já delicada situação da segurança pública no estado, têm atuado em conjunto com os traficantes de drogas.

Essas organizações criminosas ganharam notoriedade nacional depois de casos como o desabamento de dois prédios na comunidade da Muzema, na zona oeste da capital fluminense, na sexta-feira (12), e o assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco, em março do ano passado.

Inicialmente, na década de 1970, esses grupos surgiram agindo exclusivamente como grupos de extermínio formados por ex-policiais militares. Mas, foi no início dos anos 2000 que esses grupos começaram a operar diretamente nas favelas e a lucrar com a venda de terrenos e pela cobrança de taxas para moradores.

Confira a reportagem completa de Amanda Martins:

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