Melhorar o serviço da coleta seletiva depende sobretudo da separação correta de recicláveis em meio aos orgânicos. Mas isso não tem sido uma realidade em São Paulo e as usinas de reciclagem estão trabalhando com apenas 30 por cento da capacidade.

O novo plano de metas da Prefeitura quer ampliar a coleta seletiva, mas não especifica as ações para o serviço.

Confira mais detalhes:

1 COMENTÁRIO

  1. No meu bairro Vila Santa Catarina zona Sul de SP capital passa um caminhão como esse da imagem que antes até tinha som com a música “cidade limpa, cidade linda…”. Eu precisava descartar uma TV de tubo, os lugares que coletam cobram em média R$ 50,00 para coletar, o ponto de coleta da prefeitura fica um pouco longe da minha residência e não tenho carro, então iria gastar uns 20,00 a 30,00 reais com um táxi ou Uber etc pra levar a TV até o ponto. Resolvi perguntar se o caminhão coletava quando eles estavam passando. Disseram que sim então entreguei a TV de tubo a eles. Mas me arrependi pois eles simplesmente jogaram a TV na parte de traz do caminhão junto com o chorume e a TV ficou boiando na água. Perguntei então se iam esmagar tudo junto e se não iam separar as peças dela. Disseram que ninguém aproveita nada, separam e jogam no lixo. Isso não é reciclagem. Pensei que fossem levar intacta a um local pra reciclar, que houvesse um compartimento no caminhão para esse fim. Se soubesse que seria assim gastaria um valor para descartar corretamente pois tento preservar o meio ambiente produzindo menos lixo, não jogando na rua, descartando corretamente etc.

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