As autoridades de Campinas, no interior de São Paulo, esperam uma redução nos casos de dengue a partir do fim deste mês com a aproximação do inverno. O município vive a terceira maior epidemia da história da cidade, com mais de 11 mil pessoas doentes e duas mortes desde o início do ano.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, doutora Andrea Von Zuben, diz que a maioria dos casos é do sorotipo dois da dengue, que não circulava em Campinas havia dez anos:

Em Campinas, o combate ao mosquito da dengue por meio do chamado fumacê está interrompido desde a semana passada. Isto por causa de atrasos na entrega do inseticida fornecido pelo Ministério da Saúde e usado no serviço.

Apesar do problema, a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde de Campinas, doutora Andrea Von Zuben, diz que a nebulização ajuda, mas não é forma mais eficaz de eliminar o Aedes aegypti:

O Ministério da Saúde disse que cerca de 100 mil litros do produto usado no fumacê foram recolhidos pela fabricante para testes depois de problemas na formulação. A previsão é de que esse volume de inseticida seja devolvido no mês que vem.

A pasta reforça que a nebulização é a última estratégia de enfrentamento ao Aedes aegypti porque, nesta etapa, o mosquito já atingiu a fase adulta. A medida mais eficaz ainda é a eliminação de focos de multiplicação do mosquito, os locais com água parada, evitando que eles nasçam

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