Os refugiados que estão no Brasil têm alto potencial para ajudar no desenvolvimento do país por conta do capital linguístico e acadêmico. A conclusão é de um relatório da ONU que analisou o perfil socioeconômico de estrangeiros sob proteção do governo federal.
Em entrevista ao BandNews Duas a Dois, o Oficial de Meios de Vida da ACNUR destacou que 34% dos refugiados têm formação acadêmica em nível superior, o que aumenta as chances de entrar no mercado de trabalho. Paulo Sérgio Almeida alerta, no entanto, para a dificuldade de revalidação de diplomas, mas acrescenta que 92% sabem falar a língua portuguesa.
Levantamento também analisou a renda mensal de refugiados
O documento mostra ainda que 57% dos entrevistados estavam trabalhando entre junho de 2018 e fevereiro de 2019 e que muitos deles têm perfil empreendedor. A maioria dos refugiados é da Síria, República Democrática do Congo, Angola e Colômbia e está em situação de refúgio no Brasil desde 2010.
Ouça a entrevista:

 

 

Mais da metade dos refugiados conseguiram emprego no Brasil

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