O delegado responsável pelo caso do homem que matou o ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e os pais dele em frente à casa da namorada do jovem ontem, na Zona Sul de São Paulo, diz que ele era contra o relacionamento dos dois: “O pai era muito controlador e não aceitava o relacionamento da filha com o Rafael”.

Fernando Bessa, da 6ª seccional, afirma que os três foram até a casa de Paulo Matias para conversar com ele sobre o namoro: “Eles conversavam no portão com Isabela e a mãe dela quando o Paulo chegou sem falar nada e atirou”.

As duas, por enquanto as únicas testemunhas chamadas pela polícia, não puderam prestar depoimento por questões de saúde: “Elas passaram mal depois do fato e foram para o hospital”.

A polícia acredita que a arma de Paulo Cupertino Matias era ilegal, já que ele tinha passagens pela polícia por roubo, furto, ameaça e lesão corporal nos anos 1990 e chegou a cumprir pena. O comerciante continua foragido.

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