A falta de números já sugere a invisibilidade do tema. A violência obstétrica não está na lista de prioridades das políticas públicas de saúde do país. Em maio, inclusive, o Ministério da Saúde vetou o uso do termo em diretrizes, protocolos e normas.

A pesquisa Nascer no Brasil, coordenada pela Fiocruz, é de 2010 e é a informação mais recente sobre o tema: nela, uma em cada quatro brasileiras que deram à luz diz ter sofrido agressões ou negligência na gestação, no parto ou no puerpério.

A partir de hoje, a BandNews FM leva ao ar uma série especial de reportagens sobre essa violência e sobre a busca pelo parto humanizado no país.

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