Pelo menos onze capitais brasileiras têm manifestações nesta manhã contra a reforma da Previdência.

Em São Paulo, três linhas do Metrô funcionam parcialmente e outras duas circulam normalmente. Os ônibus da capital paulista também têm circulação parcial. Já os trens da CPTM operam normalmente.

Por causa de protestos, a Avenida João Dias está totalmente ocupada, no sentido Centro, na altura do Terminal João Dias. Manifestações também ocupam duas faixas da Praça Marechal Deodoro, em frente à estação.  Há bloqueios ainda na Estrada do M’Boi Mirim, no sentido Centro, altura do Largo de Piraporinha.

Manifestações fecham totalmente a Radial Leste, no sentido Centro, na altura da rua Itagimirim. Outro protesto ocupa totalmente a Avenida Vital Brasil, em ambos sentidos, perto da Rua Alvarenga. Mais uma manifestação fecha a Avenida Francisco Morato, no sentido Centro, na altura da Avenida Jorge João Saad. Um ato fecha a Avenida Santos Dumont no cruzamento com a Avenida do Estado. Por fim, outro protesto bloqueia a Avenida Sapopemba, no sentido Centro, perto do Terminal Sapopemba.

O Rio de Janeiro tem manifestação em diferentes regiões: a maior concentração é registrada no centro e na zona portuária. Há bloqueios também na RJ 104, em São Gonçalo, região metropolitana, e na BR 101 Norte, em Campos, no norte do estado, além da BR 040, em Caxias, na Baixada.Na capital fluminense, trens, metrôs e ônibus funcionam normalmente.

Em Brasilia, poucos ônibus estão rodando, apesar de uma liminar da Justiça que obrigava os rodoviários a prestarem serviço. Em Santo Antônio do Descoberto, entorno do Distrito Federal, um protesto foi iniciado e pneus foram queimados, mas a polícia já encerrou a manifestação.

Em Belo Horizonte, o metrô está com as portas fechadas mesmo com uma determinação judicial para manter a escala mínima nos horários de pico. Os ônibus estão circulando normalmente, mas há registro de lotação e muitos atrasos. A BR-040, que liga BH ao Rio de Janeiro e Brasilia, está totalmente bloqueada, nos dois sentidos, na altura da cidade de Congonhas, na região Central de Minas Gerais.

Manifestantes chegaram a bloquear a rodovia Fernão Dias, que liga a capital mineira à São Paulo e a MG-10, principal via de acesso ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.

Em Fortaleza, os trabalhadores do serviço de vans aderiram à paralisação e não circulam, nesta manhã. Já o metrô e os ônibus circulam normalmente. Segundo movimentos sindicais, há adesão ao movimento também no Porto do Pecém, o principal do Ceará.

Em Porto Alegre, os trens voltaram a funcionar após mais de duas horas de interrupção. Seis funcionários da Trensurb, empresa responsável pelos serviços, foram presos após atearem fogo nas linhas para tentar impedir a circulação.

Em pelo menos 5 garagens de ônibus de Curitiba, os motoristas estariam sendo impedidos de sair com os veículos por outros funcionários que são favoráveis à mobilização geral de hoje.

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região emitiu uma nota afirmando que não iria participar da paralisação, mas muitos funcionários não estão cumprindo a orientação. Nas metalúrgicas da capital paranaense, funcionários ligados à Força Sindical também se mobilizam em frente às empresas.

Em Vitória, os ônibus estão circulando com frota reduzida. Manifestantes fazem uma passeata neste momento pelo centro da cidade. A Grande Vitória também tem pontos de bloqueio em vias importantes, como a Terceira Ponte, que liga Vila Velha a Vitória, e na chegada por Cariacica.

Em Salvador, os trens e ônibus não circulam em Salvador; já o Metrô opera normalmente. O acesso ao Polo Industrial de Camaçari, na Região Metropolitana, foi fechado pelos grevistas.

Em João Pessoa, há dois protestos neste momento. Pneus são queimados em uma rodovia federal e também em uma das principais avenidas na Zona Sul da cidade. Manifestantes ainda fecharam a entrada das garagens das empresas de ônibus, impedindo a circulação dos coletivos.

Em Manaus, os petroleiros protestam na área do Distrito Industrial. Professores, estudantes e trabalhadores da Universidade Federal do Amazonas realizam manifestação na entrada do campus.

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