Um estudo feito em 169 países e publicado na revista científica Lancet confirmou o que a realidade das maternidades já sugeria: o Brasil é o segundo país que mais realiza cesáreas no mundo.

Os 55% de partos cirúrgicos por aqui só perdem dos 58% da República Dominicana. Os índices considerados aceitáveis pela Organização Mundial da Saúde? De 10 a 15%.

Foto: Adriana Franciosi / Agência RBS

As cesáreas podem salvar vidas e o acesso a elas ainda é restrito em regiões muito pobres do país.

Mas a cirurgia com data marcada, sem que a mulher tenha entrado em trabalho de parto, virou regra em boa parte das maternidades privadas, como você ouve agora no quarto capítulo desta série especial de reportagens:

 

Confira os outros capítulos:

11/06/2019 – Mulheres que recebem orientações adequadas durante o pré-natal costumam ter um parto melhor

10/06/2019 – Violência obstétrica não está na lista de prioridades das políticas públicas de saúde

3 COMENTÁRIOS

  1. Pauta importantíssima! Parabéns pela reportagem! Precisamos falar sim sobre violência obstétrica. A questão gira em torno do dinheiro somente. A humanização, a saúde da mãe e da criança não contam..

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