A segunda metade do século XX assistiu a uma revolução no parto: os nascimentos, que em geral aconteciam em casa, passaram para dentro do hospital e as parteiras deram lugar aos médicos. A transformação foi importante para ajudar a reduzir a mortalidade de mães e bebês, mas criou um cenário de procedimentos tecnocráticos, de excesso de intervenções e de medicalização de um processo natural.

Agora, a busca é por outro caminho, que ofereça um parto seguro, mas humanizado, como você ouve no último capítulo desta série especial de reportagens.

Confira os outros capítulos:

13/06/2019 – O excesso de cesáreas eletivas no Brasil

12/06/2019 – Não há no Brasil lei específica para situações de violência contra mulheres gestantes

11/06/2019 – Mulheres que recebem orientações adequadas durante o pré-natal costumam ter um parto melhor

10/06/2019 – Violência obstétrica não está na lista de prioridades das políticas públicas de saúde

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