O presidente Jair Bolsonaro anuncia a demissão do presidente dos Correios. Ele demonstrou indignação com posturas do General Juarez Cunha como tirar fotos com opositores no Congresso. A afirmação foi durante café da manhã com jornalistas no qual falou sobre mais de 15 temas.

Bolsonaro fez críticas à decisão do STF de criminalizar a homofobia: disse que a Corte está legislando e que a decisão é completamente equivocada, que “aprofunda uma luta de classes” e “prejudica o próprio homossexual”, citando questões sobre empregabilidade. O presidente também comentou que alterar o entendimento sobre prisões após decisões de segunda instância seria um convite para que as pessoas não respeitem a lei.

Sobre a declaração do ex-presidente Lula, que colocou em dúvida a facada que Bolsonaro levou durante a campanha, disse que “presidiário presta depoimento, não dá entrevista” e que “a barriga de Lula, com uma facada, vai sair muita cachaça de dentro”.

Bolsonaro afirmou que não vê nenhum problema na conversa entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol e que “eles têm que conversar entre si para apresentar uma denúncia robusta e concreta”. O presidente também disse que, em nenhum momento, falou em demissão com Moro.

O político negou que tenha parado de usar aplicativos como o WhatsApp, por exemplo, e brincou: “agora, sabemos, se existe um telefone grampeado no Brasil… esse é o meu.” Bolsonaro comentou a última baixa do governo: a demissão do ministro Santos Cruz, da Secretaria de Governo.

Disse que foi uma separação amigável; que o agora ex-ministro continua em seu coração, mas que infelizmente aconteceu, porque alguns problemas acontecem, sem citar quais. Segundo ele, o novo ministro, General Campos, tem o diferencial de ser um assessor parlamentar, o que vai ajudar na interlocução.

O presidente também negou uma insubordinação da parte de Santos Cruz: afirmou que ninguém mais que militar tem noção de disciplina e hierarquia e que existe um convívio muito saudável. Bolsonaro indicou que ofereceu outras opções a Santos Cruz no governo.

Sobre a Reforma da Previdência, o presidente disse que o foco é a união e que se puder resolver estados e municípios, tudo bem. Afirmou ainda que é natural ceder para aprovar o que for possível, mas que a bola está com o legislativo.

1 COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA

Deixe seu comentário!
Por favor, informe seu nome