O governo agiu logo para apagar o mais novo incêndio. Nessa segunda-feira, o engenheiro e economista Gustavo Montezano foi confirmado para comandar o BNDES um dia após o pedido de demissão do então presidente Joaquim Levy.

Montezano exercia o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Entre as prioridades, o novo presidente do BNDES deve continuar com os programas de privatizações e devolução de empréstimos tomados pelo Banco junto aos cofres públicos federais.

Mas a principal missão será trazer a público se houve ou não irregularidades em empréstimos a países africanos e latino-americanos durante os governos Lula e Dilma, a chamada “caixa-preta” do BNDES.

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