Voluntários Grupo Família Imigrantes: o nome do projeto já diz muito sobre o trabalho feito na Zona Norte de Porto Alegre. A ação social atende haitianos e senegaleses desde 2015, e, agora, também está trabalhando junto aos venezuelanos que chegam à capital gaúcha.

(Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS)

As principais contribuições são as doações de roupas, móveis, indicações de emprego, comida e, é claro, muito apoio e carinho. A grande atuante neste processo é a técnica de enfermagem Neusa Batezini Scherer. Ela conta que o trabalho começou em uma festa do Vida Centro Humanístico, onde estavam abrigados os imigrantes.

 

De acordo com o relato da voluntária, de 64 anos, esses imigrantes chegam sem emprego, casa ou condição social e encontram no idioma a maior barreira. Mesmo assim, eles acreditam que o Brasil é o paraíso.

Imigrantes recebem aula de português do grupo voluntário

A grande diferença neste projeto é a emoção e carinho com que Neusa se refere às histórias de cada um. A gaúcha, que trabalha com pelo menos 15 famílias, diz que virou mãe de mais de 450 filhos de outros países.

 

Muitos dos imigrantes têm formação acadêmica e alguns falam até cinco idiomas. Neusa destaca como rebate as críticas e preconceitos pelo trabalho feito.

 

Para ela, todos somos, de alguma forma, imigrantes e o mundo é de todos. Além de filhos, afilhados e um trabalho voluntário, Neusa diz que ganha experiências enriquecedoras de vida a todo momento. Para ajudar, basta entrar nas redes sociais do Voluntários Grupo Família Imigrantes.

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