Foto: FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro comenta os ataques neste fim de semana nos Estados Unidos e afirma que o desarmamento não é o caminho para acabar com os massacres. Atiradores que abriram fogo, no sábado, na cidade de El Paso, no Texas, perto da fronteira com o México, e no domingo, em Dayton, em Ohio, no nordeste do país, deixaram ao todo 29 mortos. Outras 53 pessoas ficaram feridas.

Questionado sobre o assunto, Bolsonaro disse estar consternado com os episódios, mas negou que haja uma solução fácil para diminuir a ocorrência desse tipo de crime:

Na conversa com jornalistas, quando deixava o Palácio do Alvorada para ir a um culto, o presidente rebateu uma reportagem do jornal O Globo na qual ele e os filhos, somados, são acusado de terem contratado mais de 100 parentes desde o primeiro mandato do pai como deputado federal, em 1991:

Bolsonaro, mais uma vez, defendeu a ideia de indicar o filho Eduardo para o cargo de embaixador em Washington:

O presidente da República disse estar “chateado” com o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o decano do STF afirmou que Jair Bolsonaro “minimiza perigosamente” a importância da Constituição ao reeditar um trecho de uma medida provisória sobre demarcação de terras indígenas que já havia sido rejeitada pelo Congresso:

Já no culto de que participou, Bolsonaro foi recebido aos gritos de “mito” e voltou a sinalizar a possibilidade de indicar para o Supremo o Advogado-Geral da União, André Luiz Mendonça, que é pastor evangélico, quando surgir uma vaga.

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