A cobertura vacinal contra o sarampo continua abaixo da meta da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Cerca de 20% do público-alvo está imunizado: isso inclui jovens e adultos entre 15 e 29 anos.

Para esse grupo, os agentes de saúde tem realizado as chamadas ações de rotina. Já em pessoas com idades fora do público-alvo, a aplicação da dose ocorre em caso de bloqueio. A diretora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, doutora Helena Sato, explica:

Segundo o calendário nacional do Ministério da Saúde, a vacina contra o sarampo deve ser aplicada da seguinte maneira: Duas doses em pessoas com idades entre 1 e 29 anos; Uma dose em pessoas com idades entre 30 e 59 anos;

A partir de 60 anos, não é preciso tomar a vacina, a não ser que a pessoa esteja em uma área com caso confirmado da doença. Isso porque faz mais de 20 anos que o Brasil não registra surtos de sarampo, de acordo com a doutora Helena Sato:

Caso o morador não encontre a carteirinha de vacinação, pode tentar procurar o registro em um posto de saúde. A diretora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ressalta que a dose será aplicada mesmo em quem já teve a doença:

A vacina contra o sarampo não é indicada para gestantes, pessoas em tratamento com quimioterapia e radioterapia. Para os demais, a doutora Helena Sato lembra que a vacina – como todas as outras – passa por um controle de qualidade e é, sim, segura.

Ela alerta que as reações depois da aplicação da dose já são esperadas:

A campanha de vacinação contra o sarampo vai até o dia 16 de agosto em 14 municípios do estado de São Paulo. O último balanço da Secretaria de Saúde mostra 663 casos confirmados da doença, sendo 484 na capital.

DEIXE UMA RESPOSTA

Deixe seu comentário!
Por favor, informe seu nome