Médicos brasileiros do Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Oftalmologia conquistam o Prêmio Champalimaud de Visão, o maior do mundo na área de oftalmologia.

O grupo foi criado por docentes da Universidade Federal de São Paulo na década de 1980 e, desde então, vem combatendo a cegueira evitável no Estado e em áreas rurais remotas e sem assistência.

A partir de 2005, campanhas voluntárias organizadas pelo instituto passaram a atender moradores de regiões mais afastadas da Amazônia em expedições feitas duas vezes ao ano.

Nos últimos cinco anos, o Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Oftalmologia realizou mais de dois milhões de consultas e 100 mil cirurgias oculares gratuitas em todo o território nacional.

Com a premiação, além do reconhecimento internacional, os vencedores recebem uma verba de um milhão de euros, ou seja, cerca de 4,6 milhões de reais para expandir os trabalhos.

Há dez anos, a atenção desses médicos se voltou principalmente para a Amazônia. Segundo um levantamento próprio, existem 158 oftalmologistas em Manaus para 1,8 milhão de habitantes.

Por outro lado, no interior do Estado, são quatro profissionais para dois milhões de pessoas.

Ivan Brandão conversou com um dos vencedores do prêmio:

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