(Foto: Irandy Ribas/AT)

O uso das informações das empresas que se cadastram no sistema de controle de grandes geradores de lixo da cidade de São Paulo é vetado para outros fins.

A manipulação dos dados foi questionada por moradores na internet.

O site CTRE.com.br é gerenciado pela empresa Green Platforms, que doou a plataforma para a Prefeitura em 2017.

A companhia, que vende soluções ambientais para pessoas jurídicas, tem escritórios no Brasil e no exterior.

Segundo o diretor de Serviços da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, Evaldo Azevedo, a privacidade dos dados inseridos no sistema está garantida, apesar de o site em que o registro é realizado ser com.br, e não sp.gov.br:

 

Os dados são necessários na hora do cadastro para ajudar a identificar se a empresa é ou não grande geradora de lixo, explica Evaldo Azevedo:

 

Todas as pessoas jurídicas da cidade de São Paulo precisam se registrar no sistema de controle de grandes geradores de lixo do município.

O prazo para se cadastrar foi prorrogado até 31 de outubro, após muitas reclamações sobre dificuldades no site usado para preencher o formulário.

A multa prevista para quem não fizer a inscrição é de cerca de R$ 1600, mas só as empresas que produzem mais de 200 litros de lixo por dia podem ser autuadas.

Em entrevista à Rádio BandNews FM, o diretor de Serviços da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, Evaldo Azevedo, fala que o cadastro serve para empresas de todas as áreas:

 

O responsável pela pessoa jurídica deverá saber o quanto produz para declarar na hora do cadastro; 200 litros de resíduos equivalem a cerca dois sacos grandes de lixo preto.

Quem tem o endereço da empresa no mesmo local onde mora precisa fazer a distinção.

Condomínios residenciais não precisam se cadastrar, mas prédios de escritórios sim.

 

 

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