(Foto: Marcos Ermínio/Midiamax)

São elas Fortaleza, Goiânia, Manaus, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.

A capital cearense foi a pioneira, regulamentando a profissão em 997 mil, enquanto São Paulo só derrubou a proibição ao serviço no dia onze deste mês.

Para o exercício da atividade, é preciso cumprir as determinações da Lei Federal doze mil e nove e da resolução trezentos e cinquenta do Código de Trânsito Brasileiro, como aponta o especialista em trânsito, Márcio Magalhães.

Em Manaus, o número de mototaxistas registrados é o maior entre as praças que possuem o serviço: são dois mil e oitocentos.

Mas a categoria encontrou dificuldades para aprovar a profissão na capital do Amazonas, como relata o mototaxista Jairo dos Santos.

A capital baiana também teve protestos reivindicando a aprovação.

Dentre as praças da BandNews FM que ainda não regulamentaram o serviço, estão Belo Horizonte, João Pessoa, Porto Alegre, Brasília, Curitiba e Vitória.

As duas últimas sequer possuem a atividade, nem mesmo de forma clandestina.

Nas outras quatro, existe algum tipo de movimentação a fim de aprovar a atividade.

Mas, com a profissão liberada, os clientes demonstram satisfação com o serviço, como acontece no Rio de Janeiro.

A carioca Stephanie Simões usa o mototáxi para visitar a mãe e para viagens curtas.

Cabe às prefeituras regulamentar ou não a profissão e fiscalizar o serviço em cada município.

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