(Foto: Aniele Nascimento/Arquivo/Gazeta do Povo)

A morte de seis motoristas de aplicativos na Grande São Paulo num espaço de 20 dias gerou um debate sobre o que pode ser feito para aumentar a segurança de quem presta esse serviço e dos passageiros.

O poder público é o responsável pela segurança pública, mas as empresas de transporte por aplicativo podem fazer algo para a violência diminuir?

 

Procurada pela BandNews FM, a 99 Taxi disse que tem a segurança como prioridade e ressaltou que, antes das chamadas, os motoristas recebem informações sobre o destino, a nota do passageiro e se ele é usuário frequente do serviço.

A Cabify afirma que o aplicativo tem uma Central de Atendimento que funciona 24 horas por dia para atender aos motoristas e que é possível registrar todas as etapas da corrida, inclusive por GPS, e assim oferecer dados às investigações das autoridades.

A Cabify também diz que é possível desabilitar a opção de pagamento em dinheiro e restringir a atuação dos motoristas em locais considerados de risco.

Já a empresa Uber foi procurada, mas ainda não se manifestou.

1 COMENTÁRIO

  1. Se Uber deixar de aceitar cash como forma de pagamento deixam de ser o alvo fácil. Aceitem pagamento crédito ou débito mas no app não em máquina portátil (para não serem obrigados a ir no ATM levantar cash). Ajudava se os bancos nos seus apps permitissem o cartão de crédito virtual (uma só utilização por cada cartão gerado com o valor estritamente necessário, como o sistema MB WAY português).

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