(Foto: Reprodução)

Capítulo #6:

Neste episódio, você vai conhecer uma profissional do Rio de Janeiro, que será premiada por um projeto que usa a leitura para estimular e valorizar o conhecimento.

Ela e a equipe de literatura da escola técnica estadual Ferreira Viana, que tem mais de cem anos, criaram um laboratório que está em prática há quatro anos, com oficinas e atividades para o desenvolvimento das habilidades linguísticas e de leitura que depois os estudantes podem aplicar em outras áreas do conhecimento e da vida.

Reportagem de Gabriela Mayer:

 

Capítulo #5:

Hoje, a BandNews FM leva ao ar o último capítulo desta série que rodou alguns estados brasileiros com depoimentos de professores e professoras contando as dificuldades que enfrentam e os porquês de seguirem lutando por uma educação de qualidade.

Você vai conhecer uma professora que atua no ABC paulista, na Grande São Paulo, e que acredita que o esforço para valorizar o profissional de educação, para melhorar o ambiente escolar e para transformar para além da sala de aula é coletivo.

Reportagem de Gabriela Mayer:

 

Capítulo #4: 

A BandNews FM conta, nesta semana, a história de professores e professoras que continuam acreditando na educação, mesmo com os inúmeros desafios diários que precisam enfrentar para trabalhar com dignidade.

Hoje, você vai conhecer a história de uma professora de Minas Gerais que, diante da crise financeira do estado, segue com os salários parcelados e precisa se multiplicar em mais de um trabalho para conseguir uma renda que dê conta da sobrevivência.

Assim como tantos outros profissionais da educação no país, ela também já enfrentou a violência na sala de aula, os problemas estruturais nas escolas e a falta de valorização.

Reportagem de Gabriela Mayer:

Capítulo #3:

Na terceira reportagem da série especial em homenagem à semana do professor e da professora, você vai conhecer mais uma profissional que tem muita fé na educação.

Uma professora de um quilombo pernambucano, onde a presença do Estado ainda é tímida. Ela foi a primeira da comunidade a ter curso superior e deu início a uma nova era, em que os próprios quilombolas passaram a se formar para serem professores nas escolas locais. Hoje, a maioria da população vai para a universidade e muita gente volta para compartilhar ali mesmo, no lugar do origem, o que aprendeu.

Reportagem de Gabriela Mayer:

 

Capítulo Especial #2:

Hoje, Dia do Professor e da Professora, você ouve a segunda história daqueles que estão transformando vidas, mesmo em condições adversas. Homens e mulheres que acreditam no potencial transformador da educação e enfrentam vários perrengues para conseguir trabalhar e, mesmo assim, são pouco valorizados.

Neste segundo capítulo da série especial da BandNews FM, produzida pela Gabriela Mayer, você vai conhecer uma professora que atua a 70km de Manaus, no Amazonas, em uma escola ribeirinha. Os desafios começam já no acesso ao colégio, que fica na margem esquerda do rio Amazonas.

Reportagem de Gabriela Mayer:

 

Capítulo #1: 

O Brasil tem dois milhões e meio de professores, segundo dados do Inep , órgão ligado ao Ministério da Educação. Desse total, 340 mil estão na ativa. Gente que acredita na educação como ferramenta de transformação, apesar das dificuldades. Homens e mulheres que fazem a diferença em situações adversas e cujas histórias a BandNews FM leva ao ar nesta semana, quando é celebrado o Dia do Professor.

Neste primeiro capítulo, produzido pela Gabriela Mayer, você vai conhecer um professor que dá aula em Itambé, município de 32 mil habitantes no interior de Pernambuco, e que já foi premiado como um dos melhores docentes do Brasil. Cidade em uma zona canavieira, Itambé viu muitas gerações de crianças e adolescentes virarem cortadores de cana e hoje vê jovens que também chegam às universidades.

Reportagem de Gabriela Mayer:

34 COMENTÁRIOS

  1. Enquanto isso, Cláudio Humberto achincalha os professores no Distrito Federal e a Rede Band se cala… não vai haver desagravo? A liberdade de imprensa não está acima de todo e de todos. Não está para ofender um trabalho sério, que esse “ex de Collor” sequer se deu ao trabalho de conhecer antes de proferir insultos.

    • Bom dia. O referido jornalista achincalhou uma classe inteira, um país inteiro de professores da rede pública, que gastam seu salário para comprar material para suas aulas, pagar xerox, isso sem falar nas outras questões que enfrentamos diariamente, e o fez conscientemente, quer desvalorizar o ensino público. Tenho medo do futuro desse país, tempos sombrios de uma mídia manipuladora.

  2. Vocês são irresponsáveis ao veicular esse tipo de notícia.
    Não conhecem o que se passa na escola. Pensam que as outras pessoas são irresponsáveis como vocês. Não sabem o que é comprometimento. Nem imaginam que, num país onde pouco ou nenhum valor é dado à Educação, quem carrega a escola nas costas é o professor. Não sabem que existe um calendário e que esse foi submetido à apreciação da Secretaria de Educação, que o avalizou.
    Os professores não fazem as coisas de acordo com “suas cabeças”, com o que “lhes dá na telha”. Existe planejamento, avaliação, projeto político pedagógico, discussão com a comunidade.
    Esse tipo de jornalismo é o que podemos classificar como LIXO.

    • Justo desabafo, professora Cláudia. Em um país onde os meios de comunicação permitem que professores sejam achincalhados não se pode pensar em avanços, por isso a balburdia que temos no governo e em nossa sociedade. Vergonha alheia desse repórter e de todos os que pensam da mesma firma.

  3. Queremos um pedido de desculpas por parte do irresponsável senhor Claudio Humberto. Ele falou absurdos ontem em rede e vai ficar por isso mesmo?

  4. Absurdo!!! Me senti humilhada desvalorizada. Não tem nem noção do que seja uma sala de aula cheia, se acabar em dois três horários pra ganhar um décimo do que ele ganha.

  5. Boa tarde! Tem um áudio de uma reportagem da Band News circulando pelas redes sociais e vim apresentar minha nota de repúdio!

    Aqui em Minas também tem a “semana do saco cheio”.

    É uma vergonha! Vergonha alheia o que sinto por esse “jornalista” que teve a coragem de passar sete minutos falando com tamanha convicção algo que tem total desconhecimento!

    Sou servidora há 16 anos (estadual há 13 anos), meu salário e a forma de pagamento são informações públicas então o mínimo de pesquisa já teria resolvido o problema de mais da metade da “matéria” quando cita “nossos altos salários pagos em dia!”

    Pesquisa na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional resolveria outros 25% quando prevê o cumprimento de 200 dias letivos no calendário anual e que estão sendo garantidos mesmo com a manutenção desta semana sem aulas.

    E por fim uma última pesquisa na definição de “progressão automática do aluno nas séries iniciais do ensino fundamental” resolveria o restante da contenda uma vez que entenderia que boa parte dos problemas dos índices negativos decorrem dessa política educacional erroneamente adotada por nosso governo (mas aí já seria muito para quem não fez nem o básico).

    Ricardo Boechat com certeza está se revirando no túmulo ao ver o que a Band News está cultivando em seu terreno outrora tão fértil.

    Da minha parte não colherá mais nada!

    Assinado

    ANA GUIDA
    Professora de Biologia
    Mestre no Ensino de Biologia
    Advogada
    Eterna ESTUDANTE (o que sugiro que seus “jornalistas” voltem a ser também).

  6. Lamentável, mas do Cláudio Humberto não espero nada…um “jornalista” fã de Gilmar Mendes, que já esteve ligado ao Collor, também citado como suspeito de receber mesada de corrupção, ora, esperar o quê? Um jornalista que não busca informações antes de escrachar com os professores (deve ter muita raiva desta classe), pois se ele tivesse um pouco, só um pouquinho de vontade de saber como se deu o recesso branco dos professores do DF, iria verificar que já está no calendário escolar a possibilidade de se usar os dias móveis (outro assunto que ele fez pouco caso) para que esta semana pudesse se tornar uma semana de descanso para os docentes. Lamentável o desrespeito desse senhor…meu repúdio a esse “profissional” meia boca…

  7. No dia 14/12/2019A Band News chamando professores de malandros e vagabundos. E que tem ótimos salários e etc… Todos participaram da reportagem deveriam está atrás das Grades. Isso é caso de Polícia…

    • Nem Cristo aguentaria ser professor!

      Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje….
      O Sermão da montanha (*versão para educadores*)

      Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado
      sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.

      Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.

      Tomando a palavra, disse-lhes:
      – Em verdade, em verdade vos digo:

      – Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
      – Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
      – Felizes os misericordiosos, porque eles…

      Pedro o interrompeu:
      – Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

      André perguntou:
      – É pra copiar?

      Filipe lamentou-se:
      – Esqueci meu papiro!

      Bartolomeu quis saber:
      – Vai cair na prova?

      João levantou a mão:
      – Posso ir ao banheiro?

      Judas Iscariotes resmungou:
      – O que é que a gente vai ganhar com isso?

      Judas Tadeu defendeu-se:
      – Foi o outro Judas que perguntou!

      Tomé questionou:
      – Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

      Tiago Maior indagou:
      – Vai valer nota?

      Tiago Menor reclamou:
      – Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

      Simão Zelote gritou, nervoso:
      – Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

      Mateus queixou-se:
      – Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

      Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
      – Isso que o senhor está fazendo é uma aula?
      – Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?
      – Quais são os objetivos gerais e específicos?
      – Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

      Caifás emendou:
      – Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas?
      – E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
      – Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

      Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
      – Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
      – Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
      – E vê lá se não vai reprovar alguém!

      E, foi nesse momento que Jesus disse: “Senhor, por que me abandonastes….”

      Achei fantástico!!!

      Este Sr deveria se informar mais da

      Qual providência ESTA REDE DE INFORMAÇÃO vai tomar para ressarcir os donos morais dos Professores?

  8. Lamentável o insulto e ofensa promovido pela Band News aos professores, o que demonstra desconhecimento as leis que regem a elaboração do calendário escolar. É muito fácil atribuir o motivo do desemprego e a crise que o Brasil enfrenta aos professores. Menos uma rádio,um canal e uma emissora, perdeu totalmente a credibilidade, não perco mais meu tempo assistindo ou ouvindo esse lixo.

  9. De Manaus- Amazonas!
    Semana abençoada!
    Sem ela eu não conseguiria fechar as mais de 800 notas de alunos que tenho, distribuído nas 60 h de trabalho, tendo corrigido cadernos, tomado leituras, incentivado trabalhos e corrigindo cada um…
    Ah… quem me dera se todo final de bimestre houvesse uma semana dessas…
    Porém, amanhã aqui em Manaus, estaremos de volta a sala de aula! Nosso décimo foi suspenso… E os pagamentos de dezembro? Só em janeiro!!! Pagamos cada sábado dos 42 dias da greve que tivemos no estado.

    Mas faço o desabafo a band e seus olhos fechados para radialistas despreparados!

    A crítica dele é burra!
    A análise da conjuntura é pífia… sem boa oratória … informando colocações sem argumento válido… inventado! Logo se ver que nem leitura tem!!!
    Aff…
    É por esses e outros jumentos que abrem a boca para falar e afirmar qualquer besteira que este país não é levado a sério.
    Que engodo!!!
    Aí se ver… tem veículo de informação nas mãos e já toma para si o poder!!!
    Ataca quem se sacrifica pelo país e uma geração órfã de país presentes e cultura… E negligência os verdadeiros culpados!!!
    Acho que é um desses radialistas porqueiras que tentam ser vistos para subir mais rápido!!!🤬

  10. Cláudio Humberto, vc é um jornalista desinformado e incapaz de fazer uma pesquisa sobre o assunto ou apenas finge sê-lo? Lamentável sua fala e também o consentimento da Band News através de seu calar… 🤢

  11. Jornalismo raso e irresponsável. Sugiro ao senhor Cláudio Humberto estudar um pouco os assuntos abordados na pauta antes de dar o show de grosseria e desinformação que deu sobre o recesso nas escolas públicas (que por sinal também é adotado em várias escolas particulares). A Band News não vai se manifestar sobre o assunto?

  12. Quanta ofensa aos professores!! Como pode falar em rede nacional mal dos professores! !.Não ouvirei mais a band news! Esperamos que ele se retrate! ! Ontem foi comemorado o dia dos professores e saibam os senhores que o áudio com a fala desse radialista está sendo compartilhada por vários professores! Exigimos respeito !

  13. Queremos a retratação pública, Band News! Ofensas descabidas do Cláudio Humberto serão ignoradas pela emissora?

  14. Do que adianta a Band News fazer uma pseudo homenagem aos professores enquanto o seu funcionário ofende e ridiculariza toda uma classe de trabalhadores, os quais enfrentam uma jornada árdua de 40h semanais em condições quase sempre insalubres ou com pouquíssima estrutura, tendo que muitas vezes tirar dinheiro do próprio bolso para oferecer um serviço com um pouco mais de qualidade a seus alunos, suprindo os déficits do poder público.
    Ao contrário do que disse o senhor Claudio Humberto, os professores das escolas públicas do Distrito Federal não são malandros, nem pelegos. São profissionais graduados e qualificados que se submeteram e passaram por um complexo concurso público e merecem respeito, bem como uma retratação desse veículo.

  15. Vcs da band News mantém profissionais em seus microfones como este comentarista Cláudio Humberto, e se dizem imparciais e justos com os ouvintes. Com comentários absurdos destes? Este senhor falando que professores são bem pagos? Que professores são vagabundos? Que nos pagamos para eles ficarem atoa por uma semana? Que o Brasil está nesta crise por este motivo? Meu Deus, que pessoa despreparada. É com este discurso raso que se perde credibilidade, e por consequência audiência e dinheiro. Fiquem atentos.

  16. Deixo aqui minha indignação e revolta com esse sr. Será que ele já passou por uma sala de aula? Sou filha de militar e pelo que eu entendo, a polícia serve para bandido e não profissionais que levantam cedo e cumprem, em média 40 horas de trabalho semanais. Será que ele já ouviu falar em calendário letivo? Soma- se 200 dias, independente dessa semana. Não somos uma classe valorizada financeiramente e, infelizmente socialmente. Gostaria muito de ouvir pedidos de desculpas com a mesma enlouquecia usada para ofender professores!

  17. O que pensar de um jornalista tão desinformado para falar tantas barbaridades como ouvimos ontem? Sou professora com muito orgulho da profissão que forma todas as outras.
    Penso que toda notícia tem que ser apurada para não virar “fake news”. Cláudio Humberto, pelo jeito, não fez as devidas pesquisas para dizer tantas declarações e ofensas aos professores!!!

  18. Achei um absurdo o que este jornalista falou sobre o feriado e ponto facultativo, deveria se informar antes e verificaria que este é outros feriados são previstos no calendário escolar e por lei em todos os estados são 200 dias de efetivo trabalho portanto nenhuma crianca é prejudicada, nosso trabalho é compromissado não inventamos durante ano feriados, isso tudo é planejado antes do início das aulas.
    Pra completar, sou professora e acho q toda a nossa classe profissional não deveria cair assim em comentários tão sem fundamentos, por culpa de todos os problemas que nosso país enfrenta nas nossas costas?? O país está assim por uma classe ignorante e por uma política suja na qual nos professores não fazemos parte!

  19. O lambe botas Cláudio Humberto só sabe lamber botas de ricos. Não conhece a dura realidade da nossa categoria.

  20. É um absurdo ter ouvir esse tipo de comentário, pois sabemos o quanto trabalhamos e sermos chamados de vagabundos é o fim…. Este senhor estudou sozinho…. Nãaaaaaaooooooo!!! Ele teve vários professores no decorrer de sua vida escolar… E o pior e sermos acusados de fazer do nosso país uma bagunça… Este senhor deveria estudar um pouquinho a LDB pra não falar tanta asneira…

  21. #retratação
    Custo acreditar que um jornalista desinformado numa emissora tão grande como a Band vai falar o que quer e vai ficar por isso mesmo!
    O calendário passa por ampla divulgação e sai em portaria na SEDF.

  22. Vergonhoso e ridículo, Cláudio Humberto. Não surpreende que alguém acusado de receber propina demonstre falta de conhecimento e passe vergonha pública difamando uma classe trabalhadora sem sequer saber do que falava.

    O que surpreende é o grupo Band aceitar que este senhor tenha voz e repercussão para seus delírios e atrocidades e não exija deste a retratação que deveria.

    Agora cabe à justiça exigir o direito de resposta, uma vez que a empresa parece se apequenar diante de uma figura ainda menor.

  23. Ridículo deixar este jornalista que não conhece a Lei Federal 9394/96 em seu artigo 24 inciso I onde fala da carga horária e dias letivos que as escolas pública devem garantir aos alunos.

  24. Gostaria de deixar a minha indignação em relação à fala do jornalista Cláudio Humberto. Sou professora a 13 anos da rede pública do Estado de Minas Gerais. Ao contrário da sua fala, não somos malandros ou vagabundos. Quanto ao “ganham muito e bem”, deveria fazer uma breve pesquisa antes de abrir a sua boca e falar isso. Trabalhamos porque gostamos, porque se fossemos olhar o salário não sairíamos de casa. A educação em nosso país está desvalorizada. Tenho certeza que nós professores não somos responsáveis pelo buraco em que se encontra o país. A culpa é dos nossos políticos que legislam em causa própria. Não será esse recesso de uma semana que irá acabar com o país. Porque você não fala dos recessos parlamentares e do Supremo? É fácil atacar os professores. Gostaria de convidá lo a frequentar por um mês qualquer escola pública. Para depois sim o senhor poder abrir essa boca e falar com tanta propriedade sobre uma classe que é tão desvalorizada em nosso país. Quero também deixar a minha indignação com a Band News. Nunca imaginei ouvir isso nessa rádio. Acho que pelo menos um pedido de desculpas nós merecemos. É uma pena não morar em Brasília para poder conhecer esse “jornalista”. Quanto a carga horária do aluno ela é cumprida rigorosamente. Procure se informar antes de falar tanta bobagem.

  25. Conforme me posicionei ao ouvir o áudio veiculado no dia dos professores, sobre o posicionamento de alguns radialistas da casa, sobre a “semana do saco cheio”, chamado por eles de “enforcamento da semana”, creio que qualquer pessoa que ESTUDE e ENTENDA um pouco sobre o contexto da prática docente consegue interpretar o discurso nada casual e tendencioso desses seres à nossa categoria. Considero importante ressaltar o desconhecimento deles sobre a legislação educacional, a dinâmica escolar e do trabalho em sala de aula, evidentes diante de seus questionamentos NADA embasados e das colocações PEJORATIVAS designadas a nós, servidores públicos, especialmente professores.
    De fato, existem servidores e professores que utilizam o serviço público como passa tempo. Porém em nada é conveniente generalizar, e ainda justificar o desarranjo estrutural e político da área educacional por uma semana de aulas não dadas. O radialista, que classifica sem qualquer conhecimento como CRIME a semana de paralisação das atividades formais escolares, deveria saber que os servidores que “pesam” a máquina pública, segundo ele, sustentada pelos impostos de empresas privadas, não estão representados na classe de professores, principalmente na Educação Básica. Se bem que, a definição de ganhar bem, num país de tamanha desigualdade econômica e social, é relativa perante a situação e o sujeito que fala. Aliás, boa parte dos professores que conheço, contribuem duas ou três vezes com os impostos normalmente descontados sobre nosso pagamento, porque trabalham em mais de um turno. Da minha parte, posso afirmar que a média de menos de dois salários, paga aos professores da Educação Básica do meu município, não se configura como bom rendimento, quem dirá alto salário…
    Penso que quem deve ser investigado, questionado (pelo que é veiculado já é) é a fala dessas pessoas, que pra mim não se enquadram na categoria de JORNALISTAS. Na verdade e isso podemos esperar em breve, que seu nome esteja associado à instituições privadas de ensino, que tratam a educação como mercadoria e ainda com a campanha: ” Aqui você não tem saco cheio!” ou coisa do tipo, vamos aguardar.
    Colegas, não me surpreende esse tipo de discurso generalista. Pra mim, ele é só uma representação do pensamento de parte da sociedade que contribui no cenário de desvalorização, precariedade e CRIMINALIZAÇÃO do professor pelas mazelas que nos assolam em índices cada vez mais assustadores. A culpa é sempre do outro…
    Por fim, deixo nesse texto, um breve recado ao sujeito que proferiu em menos de dez minutos tantas “asneiras”, que ao menos procurasse entender sobre a legislação educacional do país ou sobre as condições de trabalho dos professores da rede pública brasileira para depois tecer qualquer tipo de consideração favorável ou contrária””.
    Ah! E a retratação pública que deveria ser feita, só a faça se ESTUDAR primeiro…

  26. Quero fazer uma reclamação sobre os comentários proferidos sobre a semana da criança pelo Sr. Claudio Humberto, no qual alega que esse recesso é uma questão de privilégio.
    Em primeiro lugar: para se falar de privilégio vocês devem entrar nas escolas para saber da realidade, não tem material, não tem carteiras, para se ter atividade diferenciada por muitas vezes se paga do próprio bolso.
    Segundo pagamos impostos também.
    Terceiro: procure saber da legislação da educação antes de falar que os estudantes estão perdendo aula .
    Quarto: para falar que é o setor público que deixou o país em crise demonstre provas, ou realmente vocês acreditam que toda a população tem condições de pagar uma escola particular?
    E quinto: trabalho no setor privado e tive a semana das crianças. Mas ao contrário de vocês conheço a realidade do abandono das escolas públicas e de outros setores também como saúde e segurança.

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