Foto: Arthur Covre

A controladora de tráfego aéreo Stephane Lopes de Carvalho se apaixonou por São Paulo, logo que chegou a capital paulista, vinda do Rio de Janeiro, para trabalhar na torre do Aeroporto de Congonhas. “Saí da casa dos meus pais, cedo, para uma cidade que eu não conhecia. Tinha a opção de trabalhar em outros lugares, mas quis vir para cá por ser cidade grande, com rapidez, dinamismo que tenho na profissão e acabo levando para fora”, relata.

3º sargento da Aeronática, Stephane Lopes já se acostumou com o ritmo intenso no terminal doméstico mais movimentado do país com até 33 pousos e decolagens por hora. “Somos nós que falamos com os pilotos e autorizamos os procedimentos. Cada controlador é responsável por uma fase”.

A carioca de 29 anos de idade decidiu seguir carreira na Aeronáutica por influência de parentes militares e admite que, no início, não conhecia o trabalho de controlador de tráfego aéreo. “Eu não sabia nada da profissão. Mas, fui para a escola de formação porque queria ser militar”, explica.

Ouça a reportagem completa em mais uma edição do Cidade em Retratos com o repórter Arthur Covre.

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