(Foto: Reuters)

A morte do chefe do Estado Islâmico Abu Bakr Al-Baghdadi é um símbolo midiático, mas não traz alívio aos civis da Síria e do Iraque.

O professor de Relações Internacionais Sidney Leite aponta que o terrorismo faz parte da rotina dos habitantes do Oriente Médio há décadas. Mas o especialista observa que mesmo as mortes de comandantes de grupos extremistas não significam obrigatoriamente que as ideias deles sejam enterradas. Por outro lado, o fim de Al-Baghdadi não deixa de ser um prêmio para a atuação de Donald Trump no Oriente Médio:

 

Abu Bakr Al-Baghdadi cometeu suicídio durante uma operação militar na Síria.

A morte foi celebrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump:

 

Para o professor de Relações Internacionais Sidney Leite, as consequências da morte de Al-Baghdadi não serão percebidas a curto prazo. Ele avalia que os desentendimentos entre Estados Unidos e Rússia, por exemplo, devem manter a instabilidade no Oriente Médio.

O especialista acrescenta que há líderes de menor poder de influência interessados em alimentar os conflitos na região.

DEIXE UMA RESPOSTA

Deixe seu comentário!
Por favor, informe seu nome