Vista do derramamento de óleo na praia de Peroba em Maragogi, em Alagoas. (Foto: Diego Nigro/Reuters)

Após dois meses, as manchas de óleo ainda avançam sobre praias do Nordeste e as buscas por respostas continuam. Desde agosto, mais de 250 locais foram afetados pelo óleo e a situação pode piorar. O desastre ambiental já ronda o Parque Nacional dos Abrolhos, no sul da Bahia, considerado um principais berços de biodiversidade marinha do Atlântico Sul.

Até agora, as investigações sobre o vazamento dos resíduos se concentram em torno de 30 navios suspeitos de 11 países que já foram notificados pelo Brasil a dar explicações

Nesta teça-feira (29), em entrevista coletiva, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, afirmou que ainda desconhece a origem das manchas e que não se sabe por quanto tempo o petróleo vai continuar atingindo as praias.

O general também reconheceu que as manchas de óleo estão descendo pela costa nordestina em direção ao sul do país.

 

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