Destinos conhecidos de Porto Seguro foram atingidos. (Foto: Clemente Coelho Júnior/Instituto Bioma Brasil)

Com apoio de outros países, a Marinha e a Polícia Federal reduzem o número de navios suspeitos pelo derramamento de óleo no litoral nordestino. Agora são quatro petroleiros que cruzaram a costa brasileira no período que coincide com o derramamento no mar e são investigados.

A suspeita é de que o petróleo tenha vazado desses navios, conhecidos como “fantasmas”. Eles são chamados assim, pois costumam desligar o AIS, equipamento que permite observar a localização e a rota seguida. Sem serem identificadas, as embarcações navegam com petróleo.

Para a Marinha, será muito difícil punir os responsáveis, pois esses navios carregam bandeira de uma nacionalidade e a tripulação de outras. O presidente Jair Bolsonaro deve sobrevoar as regiões atingidas na semana que vem.

Laudos feitos pela Petrobras apontam que o óleo é venezuelano, mas o Ibama não descarta a possibilidade de o óleo ser do pré sal. Ontem, as manchas foram vistas pela primeira vez em Arraial D’Ajuda e Trancoso, no sul da Bahia.

 

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