(Foto: Getty Images)

O Tribunal Constitucional da Bolívia reconhece a senadora de oposição Jeanine Áñez como presidente interina do país.

Segunda mulher a assumir o posto mais alto do país, a advogada, de 52 anos, ocupava o cargo de segunda vice-presidente do Senado.

Ao se proclamar presidente, com um congresso quase esvaziado, Jeanine prometeu pacificar a Bolívia:

 

Em um rápido discurso que fez na sacada do Palácio do Governo, Jeanine Áñez prometeu convocar novas eleições o mais rápido possível.

Depois do anúncio, o líder oposicionista Luis Fernando Camacho pediu aos manifestantes que os protestos no país sejam encerrados. Em uma rede social, o ex-presidente Evo Morales, exilado no México, disse – abre aspas – “Está consumado o golpe mais ardiloso e nefasto da história” – fecha aspas.

Ontem (12), ao chegar ao país, ele agradeceu as autoridades mexicanas e disse que a luta continua:

 

Em meio ao impasse político na Bolívia, quinze países membros da Organização dos Estados Americanos pediram que novas eleições sejam realizadas o mais rápido possível.

O Ministério Público boliviano informou que 7 pessoas morreram nos últimos 23 dias durante as manifestações pró e contra Evo Morales.

Nesta terça-feira (12), aconteceu o enterro do chefe de polícia Heybert Antelo, que tinha se amotinado contra Evo, e morreu ao cair da moto enquanto tentava controlar um protesto.

O repórter da TV Band Márcio Campos conta que há uma grande expectativa para as primeiras ações da senadora de oposição Jeanine Áñez, que se declarou presidente interina da Bolívia ontem à noite.

Áñez prometeu organizar novas eleições o mais rápido possível, seguindo recomendação da Organização dos Estados Americanos.

Márcio Campos conversa com os âncoras Eduardo Barão, Carla Bigatto e Felipe Bueno:

 

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