Agentes da Polícia Federal e procuradores do Ministério Público Federal estão em Icaraí, em Niterói, para prender o perito judicial Charles Fonseca William. A nova fase da Operação Lava Jato concluiu que Charles William é acusado de fraudar laudos para favorecer empresas de ônibus e a outros clientes, superfaturando valores apurados em trabalhos no Tribunal de Justiça do Rio em troca de propina. A operação desta quinta-feira, que também cumpre mandados de busca e apreensão na firma do perito e em outros endereços ligados ao esquema, é baseada nas colaborações premiadas de Lélis Teixeira, ex-executivo da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio, de Marcelo Traça, ex-presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio e de Álvaro Novis, doleiro e operador do esquema de propina comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral. A prisão preventiva de Charles Fonseca William, foi autorizada pelo juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

(Foto: Rafaela Felicciano/Metropoles)

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