A fumaça oriunda dos incêndios florestais que devastam a Austrália desde setembro do ano passado já está sobre o território do Rio Grande do Sul.

Entretanto, apesar de aparecer nos satélites meteorológicos como uma massa extremamente densa, os reflexos da passagem das partículas pelo Brasil não devem alterar o dia-a-dia da população. De acordo com o Centro Integrado de Comando de Porto Alegre, os resíduos estão em uma altitude elevada, a cerca de 1,5km da superfície.

Por isso, a probabilidade de que a fumaça provoque algum reflexo na saúde da população é bastante baixa, assim como a possibilidade de que sejam registrados problemas de visibilidade.

A meteorologista da Climatempo, Paula Soares, explica como isso pode acontecer:

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