Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da China, Xi Jinping. Foto: Xinhua

O acordo comercial entre Estados Unidos e China é motivado, principalmente, pelo número elevado de produtos importados entres os países americano e asiático.

A assinatura da primeira fase do acordo deve ocorrer nesta quarta-feira (15).

Até então, o volume fazia com que ambos travassem uma guerra de tarifas.

O acordo um movimento natural, na medida em que as duas maiores economias do mundo só tinham a perder com uma disputa sem acordo.

A avaliação é da economista Cristiane Mancini, professora de Economia Internacional das Faculdades Rio Branco.

Segundo ela, os Estados Unidos provocaram tanto o conflito econômico, quanto o acordo.

 

A economista aponta que o acordo foi planejado pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e que isso será explorado por ele

 

Os produtos envolvidos no acordo são commodities agrícolas e propriedade intelectual de tecnologia.

 

A economista destaca que o Brasil pode obter vantagens com o acordo.

 

A desvantagem para o Brasil seria a diminuição de exportação de determinados produtos para a China.

 

A previsão é de que a China aumentará a compra de mercadorias americanas em US$ 200 bilhões nos próximos 2 anos, incluindo entre US$ 45 bilhões em produtos agrícolas.

Em troca, o governo americano renunciou à imposição de novas tarifas à China e reduziu pela metade as que entraram em vigor em 1º de setembro para importações de produtos chineses no valor de US$ 120 bilhões.

(Edição: Narley Resende)

 

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