Cidade de Wuhan, na China. Foto: Pedro Ramos/Ministério da Cidadania

Até o fim desta década, a China vai ultrapassar os Estados Unidos e vai se tornar a maior economia do mundo.

A conclusão é da pesquisadora Claudia Trevisan, do Instituto de Política Externa da Escola de Estudos Internacionais Avançados da Universidade Johns Hopkins.

Segundo um levantamento apresentado por ela, em 500 anos o fenômeno ocorreu 16 vezes.

Na maioria, houve conflitos.

Claudia Trevisan afirma que o início de uma turbulência historicamente previsível foi observado na guerra comercial promovida pelos Estados Unidos contra a China, principalmente desde meados do ano passado.

Um acordo comercial assinado ontem por líderes das duas potências econômicas e militares amenizou a disputa.

Porém, segundo a pesquisadora, a transformação da economia mundial prevista para a década trará impactos em todo o mundo.

 

Claudia Trevisan afirma que é consenso entre estudiosos do mundo que haverá uma mudança na economia global nos próximos anos.

 

A pesquisadora destaca, porém, que a posição de maior potência armada do planeta deverá ser mantida pelos Estados Unidos ainda por mais tempo.

 

A fase 1 do acordo comercial entre as duas potências, em linhas gerais, consiste na redução de parte de taxas impostas há mais de um ano e meio pela Casa Branca contra a importação de produtos fabricados chineses.

Em contrapartida, a China se comprometeria a retomar a compra de volumes substanciais de produtos americanos, além de rever políticas de transferência forçada de tecnologia.

(Edição: Narley Resende)

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