(Foto: Reprodução)

A China inaugura um hospital de 25 mil metros quadrados com mil leitos para pacientes afetados pelo coronavírus.

A unidade foi concluída em dez dias com a utilização de 100 tratores e 4 mil trabalhadores. Até agora, 361 mortes foram registradas no país, sendo 350 na província de Hubei, onde está localizada Wuhan, centro da epidemia.

Além disso, há mais de 17 mil casos comprovados da doença. Além da China, outros 26 países já confirmaram a contaminação pelo vírus. Neste fim de semana, a primeira morte fora da China foi registrada. Um chinês de 44 anos da região de Wuhan morreu nas Filipinas.

Aqui no Brasil, até agora não há nenhum paciente com diagnóstico confirmado de coronavírus, mas 16 casos estão sob investigação. São Paulo concentra oito pessoas com suspeita da doença, mas há registros ainda no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Ceará.

Apesar disso, o médico infectologista da USP Evaldo Stanislau Araújo afirma que não há motivo para alarmismo. Ele ressalta que, mesmo diante do grande número de casos, a letalidade é considerada baixa.

 

No caso do Sars, que causou uma epidemia na China entre 2002 e 2003, a taxa de letalidade chegou a 11% com 916 mortos entre 8.422 vítimas.

As duas infecções são causadas por tipos de coronavírus.

Para evitar a disseminação do novo tipo de vírus, o infectologista Evaldo Stanislau Araújo explica que a máscara é um item útil, mas precisa vir acompanhada de outras medidas preventivas:

 

Uma ação internacional de combate à doença deve ser planejada após a Organização Mundial da Saúde declarar, na semana passada, que os casos do coronavírus são uma emergência de saúde pública de interesse mundial.

Enquanto a epidemia não é contida, países como Estados Unidos, Itália, Austrália, Singapura e Mongólia decidiram proibir a entrada de pessoas vindas da China.

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