(Foto: Getty Images)

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus na China sobe para 636.

O médico que alertou o mundo sobre o perigo da doença, Li Wenliang, é uma das vítimas. O oftalmologista, de 34 anos, foi infectado ao tratar um paciente. Ontem, o presidente chinês, Xi Jinping, declarou uma “guerra popular” para conter o vírus. As regras de isolamento estão cada vez mais restritas: festas e casamentos foram proibidos em algumas cidades.

Para evitar aglomerações, o sistema judicial chinês está usando a internet para realizar audiências via videoconferência. O caso na China de transmissão de uma mulher grávida para o bebê aumentou o alerta em relação aos recém-nascidos, explica a infectologista Rosana Richtmann:

 

Em Wuhan, epicentro do coronavírus, cerca de 50 mil animais de estimação estão abandonados. Eles pertencem aos cerca de 5 milhões de chineses que deixaram a cidade pouco antes do Ano Novo Lunar. Numa tentativa de conter o avanço da doença, o governo da província de Hubei determinou a esterilização de ruas, praças e prédios comerciais.

O serviço acontece durante a madrugada com o apoio de 400 veículos. Cada funcionário precisa desinfetar, em média, 25 locais, como bancos de praças e jardins. Na Ásia, dois navios de cruzeiro continuam em quarentena; o que está na costa do Japão confirmou 20 casos do novo coronavírus.

Uma situação parecida acontece em Hong Kong, onde outra embarcação – com 1.800 pessoas a bordo – já tem três casos confirmados da doença. Na semana que vem, a Organização Mundial da Saúde realizará um fórum com cientistas do mundo inteiro num esforço para desenvolver vacinas e remédios.

DEIXE UMA RESPOSTA

Deixe seu comentário!
Por favor, informe seu nome