A cremação do corpo do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega é negada pela Justiça do Rio. A decisão foi tomada para não prejudicar as investigações sobre a morte dele, segundo a juíza Maria Izabel Pena Pieranti.

Pela internet, após a negativa da liminar, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que há pessoas acelerando a cremação para sumir com evidências do assassinato. Foi a primeira vez que alguém da família do presidente se pronunciou sobre o assunto, desde a morte do ex-PM do Rio, na Bahia.
Adriano é acusado de integrar uma milícia que atua na Zona Oeste do Rio e chefiar um grupo de matadores de aluguel investigado pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ele é citado ainda no inquérito que apura a suposta prática de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o político era deputado na Alerj.

De Salvador, o destaque de Arthur Queiroz:

 

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