A regulamentação da Logística Reversa no Brasil pode diminuir o número de empresas, fabricantes e comerciantes que se recusam a receber resíduos que não podem ser jogados no lixo comum.

A avaliação é do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que falou com exclusividade à Rádio BandNews FM.

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que regulamenta a Logística Reversa para resíduos eletroeletrônicos e outros devem ser assinados em breve.

A logística reversa é um conceito que ganhou força quando a Política Nacional de Resíduos Sólidos entrou em vigor, há 10 anos.

Basicamente, é um solução que envolve vários setores para que o lixo tenha uma destinação correta: uma responsabilidade compartilhada.

Entre os exemplos de lixo que englobam essa política: remédios vencidos, agrotóxicos, tintas, pilhas, óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes.

No entanto, desde a semana retrasada, quando a BandNews FM falou sobre o lixo, em São Paulo, sempre a partir das denúncias e reclamações dos ouvintes – a responsabilidade não parece bem dividida:

O ministro do Meio Ambiente explica o que muda com o novo decreto, específico para lixo eletrônico:

De acordo com Salles, as atenções agora se voltam para regulamentar a logística para o descarte de medicamentos:

O governo federal também assinou convênios com 57 cidades para financiar a compra de equipamentos de coleta seletiva de lixo reciclável, coleta e compostagem de resíduos orgânicos e instalação de centrais de triagem e tratamento de resíduos de construção civil.

R$64 milhões serão repassados aos municípios, para a compra de biodigestores, contentores e instalação de ecopontos.

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