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A mudança de classificação de ‘epidemia’ para ‘pandemia’ do novo coronavírus não altera as medidas que já vêm sendo tomadas no País. A declaração é do coordenador do centro de gerenciamento do combate ao coronavírus em São Paulo, Dr David Uip. O infectologista afirma que as precauções atuais visam atender casos futuros de maior gravidade:

O governo de São Paulo vai anunciar nesta quinta-feira uma série de medidas de combate ao coronavírus em unidades de saúde. Nos últimos dias, alguns colégios particulares da capital paulista suspenderam aulas por causa da doença. Existe a expectativa de que a USP faça algo semelhante por causa de UM paciente infectado no curso de Geografia. O infectologista David Uip avalia, no entanto, que esse tipo de medida não é adequada à realidade que o Brasil vive:

O Estado de São Paulo continua no topo da lista de casos confirmados de coronavírus, com 46 das 68 notificações que deram positivo em todo o País. David Uip diz que isso já era esperado por causa do perfil da população:

O Ministério da Saúde monitora pelo menos 876 suspeitas de coronavírus e a tendência é que esse número continue crescendo. Até agora, o único tipo de transmissão registrado em território nacional foi LOCAL, explica o infectologista do Instituto Emílio Ribas, Dr Jean Carlo Gorinchteyn:

Por essa razão – e apesar do aumento do número de confirmações da doença no Brasil – o uso de máscara continua sendo restrito:

A busca pelo sistema de saúde em caso de suspeita de coronavírus deve ser feita caso a pessoa tenha:
– Febre que se prolonga por mais de 48 horas ou que sumiu e reapareceu;
– Desconforto respiratório;
– Mudança da cor do catarro acompanhado dos sintomas ditos anteriormente;
– Arroxeamento de extremidades – pontas de dedos e nariz – em crianças.

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